São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são alguns estados que já aderiram à lei antifumo em locais fechados coletivos. Em Minas, essa lei já vigorava em órgãos e instituições públicas e, agora, está em vigor em todos os estabelecimentos.
Pesquisas recentes feitas no Brasil e exterior apontam que, além dos benefícios para a saúde de fumantes e não-fumantes, leis que restringem o consumo de cigarros geram economia para os cofres públicos e para empresas privadas.
Tudo isso é verdade e tem mérito em si mesmo, mas o estabelecimento e, sobretudo, cumprimento dessa lei gera ainda polêmica e insatisfação por parte da população fumante e/ou tolerantes ao cigarro.
Esse impasse não tem prazo para terminar. Lutar contra um vício não é algo fácil. Tolerar o vício alheio é perturbador para quem convive rotineiramente (ou esporadicamente, se a experiência negativa for mais intensa) com o fumante.
A EMC2 atua na elaboração de Programas Antitabagismo em empresas e instituições que convivem com essa batalha não declarada que gera insatisfação e estresse em ambas as partes envolvidas (fumantes e não-fumantes).






